domingo, 4 de março de 2012

Parasita de emoções

Conheci você em agosto de 2011.
E apenas por observação já me apaixonei da forma mais intensa da minha vida
Mas quem ia saber? Que o plebeu, fraco na aparência, pequeno, estranho, sem graça e que gosta de contar vantagem iria se apaixonar por alguém do alto patamar de um reino que não existe?

Mania mais infeliz que tenho de colocar em pedestais algumas pessoas só porque as julgo lindas.
As vezes por dentro são podres.

Mania infeliz, ou talvez sensata de pensar que pessoas que eu julgo lindas jamais iriam gostar de mim.

Fazem meses que não vejo qualquer rastro seu por onde quer que eu vá... mas aquele sentimento ainda esta encistado dentro de mim, eu sei... esperando a oportunidade para se tornar novamente um parasita das minhas emoções...

Eu vou te esquecer, eu sei que vou... vou fingir que meu barco não afundou, e vou dizer para mim mesmo que te esqueci, porque eu sou o mestre da ilusão.

Não idealizarei um relacionamento impossível, uma bárbarie... algo que jamais aconteceria.

O fogo queimará tudo relacionado à você. E eu prometo para mim mesmo que (vou tentar) não vou escrever mais nada para você.

Quando fui embora pela ultima vez, olhei bem para seu rosto e disse "tchau". Você respondeu com outro, mas não levantou o rosto para olhar para o meu.

Sua cabeça baixa naquele dia não me impediu de gravar sua fisionomia por dias... agora não consigo refaze-la na minha mente. Acho que isso é um sinal de cura.

Adeus, da minha vida, da minha mente, e do meu coração, parasita de emoções.

João

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