terça-feira, 16 de julho de 2013

O amor da minha vida



Oi, não quero pedir para que venha logo e nem para que simplesmente apareça. Queria lhe enviar uma carta, mas nem tenho seu endereço. Você é tipo papai noel pra mim.
Eu nunca tive pressa, assumo. E hoje em dia continuo igual, calma... Esperando ou menos esperando.
Sabe, a vida passa muito rápido. Com a minha idade minha mãe já tinha um filho. Eu não queria já ter um filho, mas tenho muito medo do tempo passar enquanto eu pisco os olhos. E ele passa, eu sei. Mas e se você chegar tarde demais? E se eu já tiver fechado a porta? E se eu morrer amanhã de manhã enquanto bebo café?
Não quero ser dramática, embora eu sempre seja. É que quando as coisas ficam meio agitadas, eu fico meio desacreditada. Sem vontade de fantasiar, sem vontade de escrever sobre amor. E eu não sei escrever sobre mais nada.
Decidi lavar minha roupa na mão, isso resolve tudo. Me sobrará menos tempo pra pensar no amar. E dai que não tem conclusão, só um monte de conselhos cheios de vontade de ajudar. A resolução está no próprio viver, tudo se ajeita com o tempo.
Tem coisa que muda. Tem coisa que nunca muda. E se é verdade isso de que não existe "O" amor da nossa vida e sim "os" amores, e que se trata de uma valsa de idas e vindas de paixões apaixonantes, eu realmente quero dançar. Dança comigo?


Jessica.

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